"Moça nua"

Pintura digital em branco e preto representando uma moça nua, deitada em uma cama

Pintura digital vetorial (Flash)
17 de março de 2007
código da gravura 56-07
Giclée sobre papel Arches Aquarelle Rag, (100% algodão)
Edição limitada a 20 prints.
Tamanho da impressão: 59 x 82,6 cm.
Datado, assinado, numerado e chancelado.
Acompanha Certificado de Autenticidade.
Preço por print R$ 1.305,00.
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Participação desta pintura em exposições de arte

exposição "Motel barato" logo

2011, fevereiro 28 - Esta pintura digital participou da exposição "Motel barato", em Londrina (PR).

Fortuna crítica e poética desta pintura

Estes são alguns registros dos sites, livros ou exposições onde esta obra de arte foi exibida.
Considerando a fluidez da internet e a dificuldade na coleta destes registros, pode-se supor que seu número seja maior do que o apresentado aqui.

blog skombrus

2012, outubro 27 - Minha pintura digital "Moça dormindo" foi exibida no blog Skombrus, ilustrando a poesia "4 moments".

Quão bela me vàs, carrasco que me enganas com beijos mortais, negros de amor, sangue e desejos...

Quantas súplicas no palco da morte, na leveza do meu corpo apunhalado com teus insanos orgasmos bêbados...

Fantasias moribundas entre minha boca e suas mundanas bundas nas avenidas da querência insólita...

Desnuda e só, te espero por toda a noite, ladrão de mulheres, fetiche engaiolado na palma de minhas mãos..

blog "Olasmos"

2011, outubro 05 - Minha pintura digital "Moça nua" foi exibida no blog Olasmos, ilustrando a poesia "Doação".

"Recebe meu sexo aberto
disposto para o teu
meu corpo posto para teu favor
meu amante, meu amado
numa cópula sagrada
vibrante, úmida e intensa
iremos nos assossegar."

Blog "Prosa e verso de boteco"

2010, abril 24 - Minha gravura digital 'Moça nua' foi exibida no blog 'Prosa e verso de boteco', ilustrando a poesia 'Nesta rua', de Zenaide Negrão.

'Nesta rua...
Num tempo primeiro
de primeiros passos
passo a vida em coloridos
ladrilhos de pedrinhas de brilhantes.

Num segundo momento
o tempo do sofrer se faz presente
e a vida se torna cimentada
e junto aos brilhantes
brotam espinhos.

Num último momento do meu tempo
os brilhantes, o sofrer e os espinhos
estão todos reunidos
numa única rua
num único bosque
numa única vida
num único coração.


Solidão...'

Blog "Literatura e erotismo"

2009, novembro 08 - Minha pintura digital "Moça nua" foi exibida no blog Literatura e erotismo, ilustrando o conto "Ninfomaníaca".

sem imagem

2009, novembro 05 - Minha gravura digital "Moça nua" foi exibida no blog "Partos de Pandora", ilustrando a poesia "Adormece", de autoria de Violeta Teixeira.

"Adormece! A morte abre a porta. Deixa-a entrar!
Sentar-se. Olhar-te. Que importa! Dormes.
Dormes. Serena, como a boneca de porcelana,
Despenteada. Pernas quebradas, mas a abraças,
E sonhas a criança. Essa mesma! Abraça-a!
A morte, tenta acordar-te. Atropàs prepara-se
Para cortar a trama tecida. Dorme! O corte é doce.
Acordaràs outra. Orquídea roxa. Pedra granítica.
Música nas veias de fontes, antes, secas. Dorme!
Abraça a boneca de porcelana! Essa mesma!
A da criança! A sepultada, no poema. Eterna!"

Blog "Valéria Eik"

2008, Junho 01 - Imagem publicada na Revista Eletrônica Conexão Maringa, ilustrando o poema "Redentoras", do poeta Erorci Santana. Trecho do poema:

"Sejam as mulheres como as rosas
ou como as aquarelas,
quando estão conosco, quando não,
quando vibram, quando alegram,
quando doem, quando vêm e quando vôo,
quando sobem as ladeiras,
quando descem passarelas.

Tragam com elas os incorruptíveis
sinais da beleza, ainda que se saiba
impossível sua erupção
fora da alma feminina, do corpo da mulher,
esse vulcão que trabalha nosso desatino,
faz a nossa inelutável rendição.

Ainda que se pense em mar, em céu,
no incrível arco multicor, no ar
que impregna a flora e balança
os frutos verdes após a chuva.

E até no rodopio do ciclone,
que louva Deus bailando
sua aterradora e tresloucada dança,
nas noites austrais, nas auroras boreais,
numa explosão de luzes no setentrião.

Nada disso ou tudo isso sequer
supera uma lembrança de mulher.

Fora de seu riso e de seu colo,
Não há razão de ser, nem como florescer
a magia, a poesia, o êxtase, a canção.

Chame-se então deslumbramento
a essa compulséria devoção.
E nesse diapasão lírico,
celebro as que se foram,
cuja ausência confrange o coração,
as que esperam e acenam da janela, aquelas
que virão mitigar a dor de existir,
reinventar a fúria sagrada do amor.

As que passam majestéticas
e a gente acompanha com o olhar refém.
Aquelas que apesar de entusiasmo e de desvelo
só nos dão o seu desdém.

As que não são vilàs, nem heroínas,
nem escravas, nem rainhas, nem fundamentais;
algo mais que a sina feminina
ou a maioridade que a elas se negou.
Não se diga " bela esta mulher"
porém bonita sua própria condição.

Surpreendam sempre como o plenilúnio,
o arco-íris, o solstício de verão,
Não falte nesse comovido poema
uma voz aveludada, uma mecha de cabelo,
os opulentos seios das hollywoodianas,
as pernas de garça das nordestinas,
a imensa tristeza das chinesas de pés pequenos.

Dá-se às mulheres o leme do mundo, deixem-nas
recuperar o sentido perdido da ternura,
apontar um outro rumo, à margem
da brutalidade, da carnificina masculina,
uma trégua para repensar se vale a pena
parir e amamentar mísseis e canhões.

Dá-se a elas o sonho do homem e grande
e do menino; dá-se às mulheres-mães o direito
de intervir no conselho de guerra das nações,
o direito de escolha além da irracionalidade viril
e da imbecil mutilação dos homens tolos.

Que além de toda dor e corrupção
cinja-se o corpo da mulher
ao corpo do poema, e de ambos
Não se aparte a beleza suprema.

Vão à vosso esmero, estilistas da confecção!
Esse corpo de mulher, divino e magistral,
só precisa de raio solar, folha de parreira.

Mas dá-se a elas bons frascos de perfume,
batons variegados, provocantes lingeries,
vestidos de organdi.
Dá-se a elas inclusive a ilusão
de que precisam de séquito, vestais,
de algo mais que a generosidade
de suas curvas, que a seda de suas peles.

Deixem-nas pensar que podem superar
a grandeza de sua própria criação.

Sejam bem amadas as amantes,
orquestrados com cuidado seus suspiros
inebriados, os frágeis cristais e os apelos
de sua carne insaciada.

Sejam os rompantes das mal amadas
amparados com carícias em dosséis
e o fogo que elas trazem represado
arda nos flancos, ao galope dos corcéis.

Sejam como as rosas abertas,
cintilantes, despudoradas, acesas
ou como aquelas fechadas,
grávidas de promessas e belezas.

Sejam gráceis, redentoras.
Sejam salvação. "

2008, Abril - Exposta no site Sampa.Art.br. Endereço eletrônico da galeria: http://www.sampa.art.br/galeria/joaowerner/

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