Gravuras e pinturas sobre a cidade e a vida urbana

outras gravuras urbanas

A rua e a calçada

Gravura digital Parada de ônibus
Parada de ônibus
Gravura digital raster
escala 1:1,4
22 de agosto de 2007
código da gravura 93-07

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Participação desta pintura em exposições de arte

Fortuna crítica e poética desta pintura

Esta pintura foi escolhida para ilustrar os seguintes textos em blogs e sites da internet:

Publicada na mídia impressa

  • Publicada no catálogo da exposição "Gravura digital". Londrina, 29 de outubro de 2007, 4 pgs. à cores, 500 exemplares impressos.

Na Internet

  • Blog "Tongue Tongue"

    2010, março 03 - Minha pintura digital "Parada de ônibus" foi exibida no blog "Tongue Tongue", ilustrando o post "Brazilian Culture"
  • Blog "Scribd"

    2009, março - Foi exibida no blog "Scribd", ilustrando a "Apostila de Gestão de Projetos", de autoria de João Carlos Caribé.
  • 2009, fevereiro 26 - A Gravura digital "Parada de ônibus foi exibida no blog Wesley Cândido, ilustrando o ensaio "O bus de Gabriel Garcia Marquez e o meu".
  • Blog "Asteróide urbano"

    2008, novembro 24 - Foi exibida no blog Asteróide urbano, ilustrando o post "A anti-motorista de ônibus", postado por A. Briesi.
  • 2008, outubro 06 - Foi exibida no blog Ana Lucia Nicolau, ilustrando o post "Empresa de ônibus desobrigada de indenizar vítima de bala perdida", postada pela própria autora.
Blog "Achamarte"
2008, julho 17 - Foi exibida no blog Achamarte, da poetisa e editora Clevane Pessoa de Araújo, ilustrando o poema "Parada de ônibus":

"A idade se repete nas filas
dos ônibus.
A ansiedade, a agonia, o medo do atraso,
a vontade de chegar em casa,
a necessidade de fugir,
o passeio esperado,
o desejo de abraçar os bem-amados,
tudo é somado, pedaços de conversa,
celulares e retalhos de assuntos,
expostos quais frutas em banca de feira.
nenhum pudor em xingar, reclamar, se desculpar:
cada um tem sua musiquinha, uns jogam ,
outras consultam recados...
E o tempo urge, ruge,, a turma/turba reage,
um coletivo passou sem parar.
"é porque não pago mais passagem", treme o idoso
ao desabafar.
Alguém tem cólicas, uma das mulheres se encolhe ,
cai ao chão e começa a dar à luz.
Um trombadinha aproveita a confusão
e bate a carteira de alguém.
Fulaninho nasce ali mesmo:
um dia ele também estará numa fila, esperando ônibus.
Na parada em movimento.
O dia quer dormir, a noite começa a esperar também...
E com ela, os trabalhadores da noite, os boêmios e os insones
a esperar outros ônibus..."

2010, maio 30 - A poeta Clevane Pessoa republicou esta poesia no site da Unión Hispanoamericana de Escritores, em uma coletânea intitulada 'Quando poetizo pinturas de João Werner - alguns poemas meus e obra dele'. As poesias foram criadas a partir de 3 de minhas gravuras, 'Burquinha', 'Parada de ônibus' e 'Angelina se mutila'.

Outra versão

Pintei uma primeira versão desta pintura realizada em óleo sobre tela: Parada de ônibus

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