Gravuras e pinturas sobre a cidade e a vida urbana

outras gravuras urbanas

O trabalho e os trabalhadores

tecnica mista Lavadeiras
Mulheres no varal
50x70 cm.
técnica mista, óleo e acrílica
08 de novembro de 2004

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Fortuna crítica e poética desta pintura

Publicada na mídia impressa

  • Folha de Londrina

    Publicada em: Nelson Sato, "A colheita madura de João Werner", Folha de Londrina, Caderno Folha 2, pp. 1, 15 de abril de 2005.
  • Jornal de Londrina

    Publicada em: Ranulfo Pedreiro, "O homem no centro da arte", Jornal de Londrina, Caderno de Cultura, pp. 12, 15 de abril de 2005.

Ilustrando ensaios na internet

  • Blog "Recanto das letras"

    2010, fevereiro 16 - Minha pintura à óleo 'Lavadeiras' foi exibida no site Recanto das Letras, ilustrando o ensaio 'Dona Maria das Couves', de Jorge Luiz da Silva Alves.
  • 2009, junho 07 - As pinturas "Lavadeiras" e "Trouxa de roupa", à óleo, e "Lavadeira", digital, foram exibidas no blog de Júlia Aleixo.
  • 2008, dezembro 06 - A pintura mista "Lavadeiras" foi exibida no blog Lavando calcinhas, ilustrando o post "Lavadeiras", poema de Anabel Andrés. Postado por Lia.
  • Blog "Enfim é o que tem pra hoje"

    2008, março 11 - ilustrou o ensaio: "Lavar palavras sujas", blogueiro: Paulo R.F. Braccini, blog: enfim! é o que tem pra hoje...

Ilustrando poesias na internet

Blog "Varal da Laura
2009, março 06 - A pintura acrílica "Lavadeiras" foi exibida no blog Blog da Laura, ilustrando poema de Pedro Bloch. Postado por Laura Peixoto.

"Nossa jaula
somos nós mesmos,
que vivemos
polindo as grades
em vez
de libertar-nos."
Blog "livro de cabeceira"
2007, abril 29 - Minha pintura "Mulheres no varal" foi exibida no blog Livro de cabeceira, ilustrando a poesia "Vozes bugras", de autoria de Anabel Andrés

"São vozes de resistência
Vozes que trazem a reverberação de antigas vozes
Indígenas, africanas, ibéricas:
Vozes raízes
Vozes escravizadas, fugidas, rebeladas, indomadas,
por mais abusadas que tenham sido
Vozes mestiças: caboclas, cafuzas, mamelucas, mulatas
Vozes camponesas, urbanas, suburbanas
Que continuam a ecoar
em cada mulher deste Brasil
São vozes geradas no ventre da Grande Mãe
Vozes de guerreiras
Que nunca deixam de sonhar
E de celebrar a vida
Vozes que o tempo não há de calar
Há de festejar"

Outras pinturas e gravuras sobre a cidade