Pinturas sobre a Terra e o trabalho com a Terra
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A diversão

Violeiro
Gravura digital raster
escala 1:1,4
fevereiro de 2006
código da gravura 05-06
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Fortuna crítica e poética desta pintura
Participação em exposições de arte
- 2012, abril 30 - Esta pintura participou da exposição "Mesa de bar", juntamente com outras 23 pinturas digitais. Londrina, PR.
Publicação em blogs e sites de internet

2012, julho 24 - Minha pintura digital "Violeiro" foi exibida no blog
Baú de ilusões, ilustrando
a poesia "Elegia para um minuto de morte a cada dia" de Luiz Alberto Machado.
"Não tenha medo, eu sou de paz e a minha presença tornou-se invisível ou já não é suportável! Vou-me embora, até sempre.
Eu sigo só, nem olhe pra mim, atenção! A minha estrada é minha, teimo só. E caminho como que moribundo embora saudável no dia derramado. E insisto gemendo noitedia. E persigo o meu dia como se fosse pelas trevas do hades. E persevero como um animal selvagem ferido. Eu vou. E não tenho nada. E enfrento as garras de ímpetos hostis. Não tenho nada e somente a carne definhada dos sobreviventes das epidemias patológicas do inventário humano acompanham insones minha caminhada. Não tenho nada e sou resistente das chagas avulsas nas mãos misturadas que me oferecem abrigo nos músculos que não podem com as pernas que não andam e as mãos egoístas que arremessam catarros e baratas nos esconjuros guardados nas pragas do tempo.
Não tenho nada e cuspo versos pelos infernos de todos os recantos do meu corpo! É só o que tenho e mais nada. E para mim isso é tudo porque me basta uma palavra para poder usufruir dos espelhos do horizonte e renascer das mortes a cada dia."
"Não tenha medo, eu sou de paz e a minha presença tornou-se invisível ou já não é suportável! Vou-me embora, até sempre.
Eu sigo só, nem olhe pra mim, atenção! A minha estrada é minha, teimo só. E caminho como que moribundo embora saudável no dia derramado. E insisto gemendo noitedia. E persigo o meu dia como se fosse pelas trevas do hades. E persevero como um animal selvagem ferido. Eu vou. E não tenho nada. E enfrento as garras de ímpetos hostis. Não tenho nada e somente a carne definhada dos sobreviventes das epidemias patológicas do inventário humano acompanham insones minha caminhada. Não tenho nada e sou resistente das chagas avulsas nas mãos misturadas que me oferecem abrigo nos músculos que não podem com as pernas que não andam e as mãos egoístas que arremessam catarros e baratas nos esconjuros guardados nas pragas do tempo.
Não tenho nada e cuspo versos pelos infernos de todos os recantos do meu corpo! É só o que tenho e mais nada. E para mim isso é tudo porque me basta uma palavra para poder usufruir dos espelhos do horizonte e renascer das mortes a cada dia."

2008, maio 18 - Minha pintura digital "Violeiro" foi exibida no
Blog do escritor, ilustrando a poesia "Menino
violeiro" de Jairo de Lima Alves.
"Vi uma coisa bonita que alegrou meu coração:
um menino violeiro num canal de televisão...
Thiago Henrique tocava movido de emoção,
a platéia toda aplaudia num gesto de gratidão.
Com sete anos apenas dedilhando uma viola,
em “ sonho de violeiro” que apareceu agora;
o menino vai tocando e a cada dia melhora...
é um dom de Deus, sem precisar de escola.
A viola vai tinindo, ele mostra o seu valor...
o sorriso de criança desabrocha com amor;
na alma a simplicidade que veio do interior,
“isso é coisa de Deus”, como disse o locutor.
O menino da viola merece o nosso carinho,
ele é um grande prodígio, tocando o seu pinho.
Faz proezas nas dez cordas, com o papaizinho...
o menino violeiro vai seguindo o seu caminho."
"Vi uma coisa bonita que alegrou meu coração:
um menino violeiro num canal de televisão...
Thiago Henrique tocava movido de emoção,
a platéia toda aplaudia num gesto de gratidão.
Com sete anos apenas dedilhando uma viola,
em “ sonho de violeiro” que apareceu agora;
o menino vai tocando e a cada dia melhora...
é um dom de Deus, sem precisar de escola.
A viola vai tinindo, ele mostra o seu valor...
o sorriso de criança desabrocha com amor;
na alma a simplicidade que veio do interior,
“isso é coisa de Deus”, como disse o locutor.
O menino da viola merece o nosso carinho,
ele é um grande prodígio, tocando o seu pinho.
Faz proezas nas dez cordas, com o papaizinho...
o menino violeiro vai seguindo o seu caminho."
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2008, Abril 04 - Ilustrou o ensaio "Elegia para um minuto de morte a cada dia", ensaísta: Luiz Alberto Machado, blog: Varejo sortido.





