Gravuras e pinturas sobre a Terra e o trabalho com a Terra
Colhendo as dádivas da Terra

Colhendo laranjas
Gravura digital vetorial (Flash)
escala 1:1,4
15 de julho de 2006
código da gravura 33-06
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Participação em exposições de arte
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2008 - Foi exposta na 1ª Bienal de Arte Contemporaneo Chapingo'08 "Arte con Raíz en la Tierra", Universidade de Chapingo, Texcoco, México, 7 a 19 de novembro.
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2007, dezembro 01 - Foi exposta na 6ª Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea, Firenze, Italia, Fortezze da Basso, 01 a 09 de dezembro.
- 2007, outubro 29 - Participou da exposição individual "Pintura digital", Ambientare Interiores, Londrina (PR), de 29 de outubro a 30 de novembro.
Fortuna crítica e poética desta pintura
Divulgada em mídia impressa
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2007, dezembro 18 - Publicada no jornal Folha de Londrina, Caderno de Cultura "Folha 2", ilustrando a reportagem "Pinturas digitais ganham destaque internacional", pp. 1.
- 2007, dezembro 01 - Foi publicada no Catálogo Geral da 6ª Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea, Arte Studio Ed., Firenze, Italia, pp. 798.
- 2007, outubro 29 - Publicada em "João Werner expõe sua Gravura digital", Jornal de Londrina, pp. 17.
- 2007, outubro 29 - Publicada no catálogo da exposição "Gravura digital". Londrina, 4 pgs. à cores, 500 exemplares impressos.
- 2007, outubro - Publicada na Perfil Magazine, ano 3 nº 8, Londrina (PR), pp. 22-23.
Divulgada na Internet
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2010, setembro 26 - Minha gravura digital "Colhendo laranjas" foi exibida no blog "Milton Martins e Temas Livres", ilustrando o post "Relatórios e relatos".
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2008, setembro 01 - A pintura digital "Colhendo laranjas" foi exibida no blog Alacazum, ilustrando o post "Artes visuais".
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2008, junho 21 - Ilustrou o texto "Duas almas", postado por Luís António Cardoso da Fonseca, no blog O natural de Barrô
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2008, março 02 - Ilustrou o ensaio: "Anedotas sobre quem somos", da ensaísta: Madalena, no blog Some Madeleines
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2007, novembro 10 - Ilustrou o ensaio "Quarantaquattro modi di dire amore" (sobre obra do escritor Julio Monteiro Martins), ensaísta: Sara Favilla, site: MusiBrasil.net
- 2007, janeiro - Publicada em: Revista Eletrônica Conexão Maringá.
- 2007 - Exposta na Revista eletrônica ArqBrasil.
2009, agosto 29 - A gravura digital "Colhendo laranjas" foi exibida no Blog da Professora, ilustrando a poesia "Laranja rosada", de autoria de Luciana Carreiro Fernandes.
"Laranjas são como crianças.
Estão em quase todo o lugar.
Laranjas são lindas.
Redondas.
Cor-de-laranja.
Lembra do sol.
Quente. Que brilha intenso. Radiante.
Como o sorriso e os olhos da criança.
Laranja ativa o humor.
Dá energia.
Trás alegria.
Todo mundo gosta de suco de laranja!
Laranjas são ricas em vitamina C.
Uma vitamina que reforça nosso organismo.
Precisamos dessa vitamina,
Assim como eu preciso de crianças…
Então arranja as laranjas.
Pode chupar ou fazer suco.
Coloca na receita do bolo.
Fazer bom uso para que a criança seja:
Cor-de-laranja rosada.
E não falte nas aulas.
Trazendo alegria e saúde.
Como a laranja me trás."
"Laranjas são como crianças.
Estão em quase todo o lugar.
Laranjas são lindas.
Redondas.
Cor-de-laranja.
Lembra do sol.
Quente. Que brilha intenso. Radiante.
Como o sorriso e os olhos da criança.
Laranja ativa o humor.
Dá energia.
Trás alegria.
Todo mundo gosta de suco de laranja!
Laranjas são ricas em vitamina C.
Uma vitamina que reforça nosso organismo.
Precisamos dessa vitamina,
Assim como eu preciso de crianças…
Então arranja as laranjas.
Pode chupar ou fazer suco.
Coloca na receita do bolo.
Fazer bom uso para que a criança seja:
Cor-de-laranja rosada.
E não falte nas aulas.
Trazendo alegria e saúde.
Como a laranja me trás."

2009, maio 31 - A Gravura digital "Colhendo laranjas" foi exibida no blog "Intertextualidades. 'Estou vivo e escrevo sol'", ilustrando a poesia "Laranjas de maio", de Luís Filipe Pereira.
"Amanhã
Quando vier o vento
Deslizar na ave de água
Adstrita à madrugada
Seguirei o som das laranjas
Sob o sol macio de maio
Amanhã
Quando cair a janela
Como folha desfeita
Na foz dos dedos
Encontrarei nas ervas
Uma jangada de verdura
Afagando-me os joelhos
Ficarei com os fios dos jardins
Amá-los-ei no poema com os periféricos
Pulmões dos nomes
Dóceis de árvores
Amanhã
Entre os gomos do mar
Cerca dos corais das laranjas lentas
E os polegares
Que inclinados no ígneo vento da voz
Irão percutir
Pingo a pingo
O bando de águas
Que virá beber
Nas cascas vazias
Dos meus bolsos"
"Amanhã
Quando vier o vento
Deslizar na ave de água
Adstrita à madrugada
Seguirei o som das laranjas
Sob o sol macio de maio
Amanhã
Quando cair a janela
Como folha desfeita
Na foz dos dedos
Encontrarei nas ervas
Uma jangada de verdura
Afagando-me os joelhos
Ficarei com os fios dos jardins
Amá-los-ei no poema com os periféricos
Pulmões dos nomes
Dóceis de árvores
Amanhã
Entre os gomos do mar
Cerca dos corais das laranjas lentas
E os polegares
Que inclinados no ígneo vento da voz
Irão percutir
Pingo a pingo
O bando de águas
Que virá beber
Nas cascas vazias
Dos meus bolsos"



