Gravuras digitais polêmicas e obscuras
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Os Vícios e os Paraísos Artificiais

A vida, etílica, é melhor
gravura digital raster
42x60 cm.
05 de outubro de 2008
código da gravura 176-08
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Fortuna crítica e poética desta pintura
Participação desta pintura em exposições de arte
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2012, julho 31 - Esta pintura participou da exposição individual "Bad
Love", com 24 pinturas digitais sobre vícios e indulgências. Londrina, PR.
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2009, novembro 06 - A gravura digital "MET" foi exibida na exposição "O cordeiro pressente o lobo", na Vila Cultural Cemitério de Automóveis, em Londrina (PR).
Publicação desta pintura em blogs e sites da internet
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2013, janeiro 22 - Minha pintura digital "A vida, etílica, é muito melhor" foi exibida no blog Gustavo Miquelin Fernandes, ilustrando post.

2011, maio 25 - Minha gravura giclée "A vida, etílica, é muito melhor" foi exibida no blog "As
ideias de um Renato", ilustrando a poesia "Dona de mim", de autoria de Renato Souza:
Você me deixa louco, me tira do sério
Me faz perder a cabeça
Fazer e dizer coisas que sem ti nunca faria, nunca diria
Me torno outro junto de ti
Somos uma dupla e tanto
Mas no fim sou eu quem sempre leva a pior
Acordo largado, jogado num canto
Sozinho
Me deixa pra trás, se esquece de mim
E mesmo assim eu volto, procuro novamente seus braços
Seu colo quente a me acolher
Me pede para entrar e sem pudor algum eu te possuo
Submissa
Me deixa no controle
Me engana
Sou teu dono e você na espreita, louca para virar o jogo
E vira
Me vence
Me deixa prostrado, caído, humilhado no chão
Aos seus pés, suplico mais um dose
E você me rejeita
Tão dona de mim
Me coloca na cama e às vezes nem nela, nunca canto no chão frio ou no desconfortável sofá da sala
E eu acordo ainda sonado, aos prantos, com a cabeça a explodir
Sozinho, ainda sob seus efeitos
Defeitos
Levanto
Juro nunca mais te procurar
Sou fraco
No mesmo dia já estou lá, de quanto a sua espera
Sempre rainha, soberana e dona de mim
Mais uma dose, é claro que eu estou a fim
Seco a garrafa para fugir e lá é você quem eu encontro
E isso se torna um circulo vicioso
Eu fugindo e te encontrando
Você me ignorando e me aceitando
E eu jurando nunca mais me embriagar.
Você me deixa louco, me tira do sério
Me faz perder a cabeça
Fazer e dizer coisas que sem ti nunca faria, nunca diria
Me torno outro junto de ti
Somos uma dupla e tanto
Mas no fim sou eu quem sempre leva a pior
Acordo largado, jogado num canto
Sozinho
Me deixa pra trás, se esquece de mim
E mesmo assim eu volto, procuro novamente seus braços
Seu colo quente a me acolher
Me pede para entrar e sem pudor algum eu te possuo
Submissa
Me deixa no controle
Me engana
Sou teu dono e você na espreita, louca para virar o jogo
E vira
Me vence
Me deixa prostrado, caído, humilhado no chão
Aos seus pés, suplico mais um dose
E você me rejeita
Tão dona de mim
Me coloca na cama e às vezes nem nela, nunca canto no chão frio ou no desconfortável sofá da sala
E eu acordo ainda sonado, aos prantos, com a cabeça a explodir
Sozinho, ainda sob seus efeitos
Defeitos
Levanto
Juro nunca mais te procurar
Sou fraco
No mesmo dia já estou lá, de quanto a sua espera
Sempre rainha, soberana e dona de mim
Mais uma dose, é claro que eu estou a fim
Seco a garrafa para fugir e lá é você quem eu encontro
E isso se torna um circulo vicioso
Eu fugindo e te encontrando
Você me ignorando e me aceitando
E eu jurando nunca mais me embriagar.
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2008, novembro 10 - As pinturas digitais "Mesa de bar" e "A vida, etílica, é muito melhor", mais as pinturas à óleo "Boteco", "Descendo cerveja" e "Sinuca" foram exibidas no blog Bar & Lanches Taboão, de David da Silva.
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2ª versão






