Escultura
"Tributo ao homem do campo"
Descritivo
Escultura em
cimento e ferragem. Dimensões de 100x100x250 cm. Localização:
Cambé(?) (PR). 1986.
Documentação
Publicada em:
Zilma Santos, Tributo ao homem do campo,
Folha de
Londrina, Caderno 2, pp. 11, 07/01/1987.
Publicada em:
Adalice Araújo, Pinturas e esculturas de João Werner, Gazeta do Povo, Curitiba, 05 de abril de
1987.
Publicada em "Werner, do palco às galerias", O Diário do
Norte do Paraná, Maringá. 05 de junho de 1987, 21. Publicada em: Revista Eletrônica
Conexão Maringá, edição de janeiro de 2007.
2007- Exposta na Revista eletrônica
ArqBrasil. Publicada no
catálogo "João Werner, Catálogo 2004", pp. 1, Londrina (PR), 20 pgs. Publicada no
catálogo "Werner, Esculturas & Pinturas", Londrina, 1986. 8 pgs.
Textos críticos
"Fazendo referências ao cotidiano
do homem rural, ele joga três elementos chaves: a figura vigorosa e realista
de um bóia-fria ajoelhado, braços para o alto, que tanto podem ser um ato de
súplica como de agradecimento, um elemento vertical de grande concentração
simbólica - espécie de menir local (por si uma escultura independente) com
entalhes de vegetação na parte inferior em cimento, enquanto que elementos
de vegetação pré-fabricados, tubos de metal, dominam a parte superior; uma
enxada absolutamente real funciona como espécie de ícone do trabalho. Além
de ser um monumento ecológico em que se busca valorizar o homem na natureza,
tem todo um conteúdo de reivindicação social."
Adalice Araújo
leia a íntegra deste texto
"O homem próximo da natureza não é um escravo. O homem de
mãos calejadas. Suor no rosto. Pés descalços. O homem que olha pra o céu é
um ser livre. Recebe a eterna energia de Deus, que faz intermediário entre
Ele e a Terra. Matéria que nosso espírito anima.
Jardineiro, esse é o seu nome verdadeiro.
Bem-aventurado aquele que conhece esse caminho florido.
Caminho oposto à destruição e à violência. Bem-aventurado aquele que ganha a
vida com a vida."
José Júlio Azevedo
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