Gravuras e pinturas sobre mitos e mitologias
Sátiros e ninfas bacantes

Sátiros e ninfas
42x60 cm.
gravura digital raster
abril de 2006
código da gravura 21-06
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Participação desta pintura em exposições de arte
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2010, novembro - Esta pintura digital participou da exposição "Et in Arcadia Ego", na "Galeria João Werner", Londrina
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2007 - Foi exposta na 6ª Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea, Firenze, Italia, Fortezze da Basso, 01 a 09 de dezembro.
Fortuna crítica e poética desta pintura
Divulgada em mídia impressa
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2010, novembro 09 - A gravura "Faunos e Ninfas" foi exibida no Jornal de Londrina, ilustrando a nota "João Werner expõe no ateliê", Caderno Divirta-se, pp. 23.
Na Internet
- 2009, junho 23 - A gravura digital "Sátiros e ninfas" foi exibida no Facebook, ilustrando post no grupo "Os talentos desorganizados", de Pedro Saramago.
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2009, março 11 - Foi exibida no blog "Tejendo el mundo", ilustrando o post "Algo más que vino", texto extraído de "Misterios de Eleusis"

2008, março 31 - Ilustrou o poema "Epitáfio para um sátiro", do poeta Bocage, no blog: Pirulin lulinlulin.
"Lá quando em mim perder a humanidade
Mais um daqueles, que não fazem falta,
Verbi-gratia — o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade:
Não quero funeral comunidade,
Que engrole "sub-venites" em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade:
Mas quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:
"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada, e milagrosa;
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro".
"Lá quando em mim perder a humanidade
Mais um daqueles, que não fazem falta,
Verbi-gratia — o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade:
Não quero funeral comunidade,
Que engrole "sub-venites" em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade:
Mas quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:
"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada, e milagrosa;
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro".





