Gravuras e pinturas sobre mitos e mitologias

outras gravuras mitológicas

Xamanismos e outras mitologias

Gravura digital giclée 'Poeta meditando'
Poeta meditando
gravura digital raster
42x60 cm.
14 de agosto de 2007
código da gravura 91-07

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Participação desta pintura em exposições de arte

  • Exposição O cordeiro pressente o lobo" logo

    2009, novembro 06 - A gravura digital "MET" foi exibida na exposição "O cordeiro pressente o lobo", na Vila Cultural Cemitério de Automóveis, em Londrina (PR).

Fortuna crítica e poética desta pintura

2011, abril - Minha gravura digital "Poeta meditando" ilustrou o ensaio "Marcianos e Venusianas. Aspectos relativos à Psicologia", de autoria da Dra. Vera Ribeiro  publicado em "Marcianos & Venusianas", org. de Manuel Mendes Silva, Editora Lidel & Bayer HealthCare, Lisboa. pp. 241-244.
sem imagem
2010, agosto 18 - Minha gravura digital "Poeta meditando" foi exibida no blog "Lua dos apaixonados", ilustrando a poesia "A poesia e o poeta" de autoria de M@ José.

"Deus criou a poesia
Para ser apreciada
Em qualquer hora do dia
Deve ser admirada.

Do nada o poeta cria
Expressando seu sentimento
Mostrando sua sabedoria
Gerada do pensamento.

Oh! Poeta que tanto ama!
E sensibiliza os seus leitores
Utiliza palavras e proclama
Amor a tantos amores.

Nas idéias do poeta
Em tudo tem poesia,
A emoção é completa
Conquistando a simpatia."
sem imagem
2009, agosto 12 - A gravura digital "Poeta meditando" foi exibida no blog "Partos de Pandora", ilustrando a poesia "é este o meu ofício", de autoria de Violeta Teixeira.

"é este o meu ofício. O grito. O grito do bicho
Da terra. Do corpo da terra, peregrino, sem fé,
Ao rés do vazio, morto de frio, a espera
De um signo, que frutifique nos espinhos.
Espera ilúcida e única do caminho que ilumine
O silência, súbito, vinho, para a embriaguez
Das palavras da vida e da morte. A brasa rubra
De uma pedra coze-me o pão do poema.
é este o meu ofício. O grito faminto
Do corpo da terra. Do bicho da terra. Grito!
Invoco, com avidez, a voz que tarda a ser voz,
Que tarda a ser tear. Trêmula e indevisa, início
O tecer do tempo voraz, mas este tudo faz
Para abafar a nudez do grito. Pudor absurdo, Porque,
sempre está a escuta o leitor, sabendo,
Sem o dizer que, talvez o grito sufocado
Dê à luz, numa obscura e pura madrugada,
Um cântico ferido, mas tecido de amor,
O mesmo será dizer o lugar branco da morte."
Blog "Viva a poesia"
2008, novembro 21 - Foi exibida no blog Viva a poesia, ilustrando o poema "Epitáfio para a tumba de um poeta", de José Hierro, editada pelo poeta e professor Sílvio Persivo.

"Toquei a criação com a minha testa.
Senti a criação com a minha alma.
As ondas me chamaram para o fundo.
E logo as águas se fecharam. "
Blog "Transversal do tempo"
2008, setembro 03 - Foi exibida no blog "Transversal do tempo", da poetisa Renata Maria, ilustrando o poema "Ficção".

"Tentei ser triste num país sem nome.
Voltei de lá sem saber o que é saudade.
Fui para minha terra onde sorri é invenção.
E o poeta de lá sou eu sim, senhor."
Blog "valéria Eik"
2008, Março - Ilustrou o poema "Recusa poética", do poeta Ricardo Mainieri, publicados na Revista Eletrônica Conexão Maringá

"A poesia foi recusada
quando buscava emprego.

Simplesmente queria mostrar-se
aos olhos sensíveis
sem remuneração nem aplausos.

Precisava ela adereços
escrita automática
provocar o estranhamento
nas entranhas dos leitores?

Ser pós, neo-barroca, intertextual?

Não poderia ser simples
refletir a sina diária
na voz do homem sufocado
pela cidade & suas seqüelas.

Não há vagas dizia Gullar
apenas feiticeiros da linguagem
e suas pirotecnias..."

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