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Ambientare Decorações
(43) 3344-2207 |
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site publicado desde 22/09/2003 |
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Ilustrações para 36 poesias na WEB
Fico honrado que pessoas muito talentosas tenham escolhido obras
minhas para ilustrar sua expressão artística na WEB.
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"Moça dormindo"
Ilustrou a capa do livro "Fronteiras,
Poemas", de Cida Sepulveda. Campinas (SP), Editora Pontes, 2008. 74
pp. |
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"Poeta meditando"
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2008, março - Foi exibida na Revista Eletrônica
Conexão Maringá, ilustrando poema "Recusa poética", do poeta: Ricardo Mainieri.
"A poesia foi recusada
quando buscava emprego.
Simplesmente queria mostrar-se
aos olhos sensíveis
sem remuneração nem aplausos." (fragmento)
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2008, setembro 03 - Foi exibida no blog "Transversal
do tempo", da poetisa Renata Maria, ilustrando o poema
"Ficção":
"Tentei ser triste num país sem nome.
Voltei de lá sem saber o que é saudade.
Fui para minha terra onde sorri é invenção.
E o poeta de lá sou eu sim, senhor." |
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"Beira do rio"
2008, setembro 04 - Foi exibida no blog
HF diante do
espelho, ilustrando o poema "Cascata", da poetisa Hercília
Fernandes.
Há um travo na garganta
e um travão nos olhos.
Um metro de lâmina
e uma granula de ópio.
Há uma palavra não-dita
e um silêncio gritante.
Uma ponte escondida
e um chinelo azul verdejante.
Há uma roda viva
e um mar morto
Uma verdade esculpida
e um cavalo solto.
Há coisas para serem ditas
umas - outras – melhoradas...
Uma lágrima fingida
um riacho cheio d'alma:
sebo
nervo
alheio
em cascata. |

"Abanando café"
Poeta: Antônio Manoel Abreu Sardenberg
Site:
Sardenberg Poesias
Poema: "Semeador"
"Semeie, semeador!
Lance no sulco a semente,
Deixe que a chuva e o calor
Façam ela germinar,
Dar fruto e alimentar
A mesa de muita gente.
Semeie, semeador,
Com suas mãos calejadas,
O grão do trigo, a mostarda,
Soja, arroz e feijão.
Semeie, assim, a esperança
De transformar o Brasil
Na mais sólida nação...
Semeie, semeador,
Jogando a cana na cova,
Pois com isso fica a prova
Que você adoça a vida
Fazendo-a menos sofrida
E muito mais saborosa...
Semeie, semeador,
Milho, algodão e café,
Semeie com muita fé
Mostrando pro mundo inteiro
Que você é o celeiro
Que mantém a vida acesa
Dando pão ao mundo inteiro!" |
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"Parada de ônibus"
2008, julho 17 - Foi exibida no blog
Achamarte, da poetisa e editora Clevane Pessoa de Araújo,
ilustrando o poema "Parada de ônibus":
"A idade se repete nas filas
dos ônibus.
A ansiedade, a agonia, o medo do atraso,
a vontade de chegar em casa,
a necessidade de fugir,
o passeio esperado,
o desejo de abraçar os bem-amados,
tudo é somado, pedaços de conversa,
celulares e retalhos de assuntos,
expostos quais frutas em banca de feira.
nenhum pudor em xingar, reclamar, se desculpar:
cada um tem sua musiquinha, uns jogam ,
outras consultam recados...
E o tempo urge, ruge,, a turma/turba reage,
um coletivo passou sem parar.
"É porque não pago mais passagem", treme o idoso ao desabafar.
Alguém tem cólicas, uma das mulheres se encolhe ,
cai ao chão e começa a dar à luz.
Um trombadinha aproveita a confusão
e bate a carteira de alguém.
Fulaninho nasce ali mesmo:
um dia ele também estará numa fila, esperando ônibus.
Na parada em movimento.
O dia quer dormir, a noite começa a esperar também...
E com ela, os trabalhadors da noite, os boêmios e os insones
a esperar outros ônibus..." |

"Burquinha"
2008, julho 17 - Foi exibida no blog
Achamarte, da poetisa e editora Clevane Pessoa de Araújo,
ilustrando o poema "Burquinha":
"Bom o tempo-que-rola
nas bolinhas-de mundo-miniatura.
Cada bola-de-gude parece uma planeta,
uma beleza de olhar.
Longe uma voz chama:
-"Menino, venha já para casa"...
O susto aponta o tempo-que passou
num instante, como-é-que-pode?
Meninos debandam.
Uns, transidos de medo, sabem que vão apanhar.
Mas amanhã...ah, o mundo encantado
recomeça..." |
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"Ninfas dançando"
2008, julho 22 - Exibida no blog
Tatuagem,
da poeta Carmen Fossari, onde ilustrou a poesia "Ilha feminina".
Fragmento:
"O mundo feminino
Abre-se de úteros
Como as folhas em pétalas
Que amanhecem
Jardins, mundos, infâncias, flores
O universo adulto do corpo amoroso
Comportando outro corpo
Da luz lasciva de todos os tatos
Os sentidos, a intuição
O homem barro macerado
Que habita seu mundo
De dança e música" |

"Salto"
2008, julho 09 - A pintura digital
"Salto" ilustrou o blog
ULTIMAGOTAD, texto da artista radassi. Fragmento:
"Ausencia ou presença?
E o tempo?
RESPONDE?" |
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"Casal III"
Imagem publicada na Revista Eletrônica
Conexão Maringá, ilustrando o poema "Modo de amar" da poetisa
Astrid Cabral. Edição de 01 de junho de 2008. Trecho do poema:
"[...] Amor como açudes sangrando
ou caudais e tempestades
despencando dilúvios.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama. [...]" |

"Moça nua"
Imagem publicada na Revista Eletrônica
Conexão Maringá, ilustrando o poema "Redentoras", do poeta
Erorci Santana. Edição de 01 de junho de 2008. Trecho do poema:
"[...] As que não são vilãs, nem
heroínas,
nem escravas, nem rainhas, nem
fundamentais;
algo mais que a sina feminina
ou a maioridade que a elas se negou.
Não se diga “é bela esta mulher”
porém bonita sua própria condição.
[...]" |
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"Sátiros e ninfas"
Poeta: Laurene Veras
Poema: "Epitáfio para um sátiro"
Blog:
Pirulin lulin lulin
Postado em 31 de março de 2008
Poema:
"Lá quando em mim perder a humanidade
Mais um daqueles, que não fazem falta,
Verbi-gratia — o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade:
Não quero funeral comunidade,
Que engrole "sub-venites" em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade:
Mas quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:
"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada, e milagrosa;
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro". |

"Mulheres no varal"
Poetisa: Anabel Andrés
Poema: "Vozes bugras"
blog:
Livro de
cabeceira
Poema:
"São vozes de resistência
Vozes que trazem a reverberação de antigas vozes
Indígenas, africanas, ibéricas:
Vozes raízes
Vozes escravizadas, fugidas, rebeladas, indomadas,
por mais abusadas que tenham sido
Vozes mestiças: caboclas, cafuzas, mamelucas,
mulatas
Vozes camponesas, urbanas, suburbanas
Que continuam a ecoar
em cada mulher deste Brasil
São vozes geradas no ventre da Grande Mãe
Vozes de guerreiras
Que nunca deixam de sonhar
E de celebrar a vida
Vozes que o tempo não há de calar
Há de festejar" |
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"Forró"
2008, fevereiro 27 - Foi exibido no site Recanto
das letras, ilustrando o poema "Forró na fazenda", da poetisa Sônia Maria Cidreira de Farias.
Fragmento:
"O forró lá na fazenda
vai até as altas horas
Invadindo a moenda
Sacudindo as senhoras!
Até o galo vem dançar
co'a galinha carijó
Esta a cacarejar...
dá um nó em seu gogó!
A égua e o cavalo
gostam de se esfregar
E no meio do embalo
já começam a namorar!
....
Se você quer ser feliz
seja simples por favor
Ouve a vida que lhe diz...
"Só cultive o amor"!"
2008, agosto 31 - Foram exibidos o poema e a pintura no blog
Enfim! É o que tem pra hoje, do filósofo e editor Paulo
Braccini, |

"Boteco"
Poeta: Lipe Du
Blog:
Poesia vã
Postado em: 07 de janeiro de
2008
"O abrigar de uma
nuvem...
Céu ensolarado e mais um dia de curtição.
Sem um sundown
Pedimos sombra, pelo amor de deus!
e tentamos tapar-lhe
Sol!
Sugerimos isso e aquilo outro
Bate-boca amigável
Conta-se a novidade de ontem
O noticiado que apenas um viu e se
encarregou de passar...
Antenas!
A louca foi presa,
O ministro fez uma piada infeliz...
Queremos mais e mais,
Ali na esquina mais um copo
e mais música
e um boteco que acaba de abrir serve de refugio aos nossos anseios de fim
de semana
Tanta expectativa pra dois únicos dias
Queria é mais"
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"Amantes"
Poetisa: Maria
Luiza D'Errico Nieto
Blog:
Recando
das letras
Publicado em: 15
de outubro de 2007
Poema: "Meu
querer"
Meu querer...
é sonho de amores
toma forma de flores
veste-se de cores
banha-se de olores
desfruta-se em delícias
na troca de carícias
da ovelha em balidos
á espera do lobo
para soltar mais gemidos.
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"Abstrato"
Poeta: Carmen
Fossari
Blog:
Tatuagem
Postado em 04 de
janeiro de 2008
Poema: "Vento",
reproduzido aqui apenas um fragmento:
V
Ventania na
litania
Impalpável das
membranas
Úteras que te
constroem desde sempre
Argamassa de
pesadas dores
Umbilical cordão
da humanidade
Que aterra teu
invólucro e te faz
Presa de ti
mesmo
Desde o lado que
mastigas
As migalhas da
escuridão de outras pessoas
O olho que
vislumbra da ampla claridade
A centelha
oclusa em breu
Ao canto alojada
sendo de outro ser
A tua mesma
cicatriz de escuridão
Tento eu
tentáculos atravessar
A cortina
férrea, onde fincas teu estar.
Talvez eu mesma
em crendo a claridade
Por tentar
transpor esta barreira
Seja da
instransponível mediação
A luz oclusa
aterrada ao que passou. [...]
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"Sinuca"
Poetisa: Casti
Blog:
Teia
de palavras
Publicado em 05 de fevereiro de
2008
Poesia:
"O jogo na mesa
Um taco
Noite inteira
Conduzindo aspirações
Para a caçapa
Vontade numa tacada
Certeira
Matreira
Firmar a ponteira
Desce uma talagada
Da pinga de primeira
Ponto final..."
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"Esperando clientes III"
Poetisa: Casti
Blog:
Teia de palavras
Publicado em 19 de janeiro de
2008
Poesia:
"Os carros passam lentamente,
observando a mercadoria, avaliando e alimentando o desejo... Coxas, seios,
bocas à mostra, oferta do “móvel” que tem para todos os gostos taras e
fetiches. Negociações e acordos, ela quer o dinheiro, ele quer o resgate
do desejo que por algum tempo foi sepultado..." |
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"Moça"
Poetisa: Casti
Blog:
Teia de palavras
6 de novembro de 2007
Poema:
"Vivia assim... Sacudida pelo
despertar do relógio, no trem lotado e também pelas dificuldades que
existiam depois da porta. Era impiedosamente sacudida, pelo homem que com
ela sobrevivia... Sacudia no Samba de Fevereiro, sacudia a roupa para
secar no varal. Finalmente, não mais agüentando tanta sacudidela, num dia
comum de semana, sacudiu da janela do último andar onde trabalhava,
espatifando-se no chão num embate final."
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"Favela"
Poetisa: Casti
Blog:
Blogue das artes
Em: 6 de novembro
de 2007
Poema:
"O abrigo
desordenado
Improvisado
Favela
Menino descalçado
Duro percalço
Driblando a vida
A bola
Rolando na viela
A realidade revela
Bala zunindo
Indiscriminada
Pra muito homem
Pouca vela..."
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"Amantes"
Poetisa: Maria Luiza DErrico
Nieto
Blog:
Recanto
das letras
Republicada no blog:
Literatura:
amor e erotismo, de Karina Calado
Poema:
"Somos únicos"
"Nesta emoção
pujante
um sonho se faz
real
Na cumplicidade
dos amantes
em abraço
sensual...
Corações
pulsando amor
dois em
unicidade
Vidas em
sintonia
agora e na
eternidade...
Somos assim...
únicos
corpos e almas
reticentes
Existências
devotadas
a este amor
ardente..."
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"Amantes"
Poeta: Américo Teixeira Moreira
Revista Eletrônica
Conexão Maringá
Edição de Fevereiro de 2008
Poema: "O Corpo Restituído"
"Vacilante e mordente cais dissipada como
se fosses um estalido,
um sopro adormecido pela minha baba
opiária. Então amorosamente beijo
o teu sexo desvairado na simbologia
da passagem do sagrado para o profano
de uma identidade, de um novo caminho."
(fragmento) |
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"Moça dormindo"
Poeta: Benílson Toniolo
Site: revista
eletrônica
Conexão Maringá
Poema: "Esposa"
"Meu olho cravado
na treva do teu gozo
Sobre as pernas te sustento madrugada afora
Um alfabeto inteiro pra traduzir-te um sussurro
Que exala da ressecada saliva
Desenha o balé das ondas com teu dorso descoberto
E as estrelas dos teus centros se dilatam
Cegamente vagueiam e arfam os poros
Um sol imenso escancara o riso fácil que buscavas
Repousa então o caule inerte do teu corpo
Sobre a tênue luz da minha pele libertada"
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"Janta"
Poetisa: Casti
Blog: Teia de palavras
Poema: "Fio assimétrico"
"Prato fundo
Janta minguada
Temperada em silêncio
Vela chorada
No breu da solidão
Lida infinda
Onde o diabo
Não perdeu as botas
Onde a fome se aloja
Na barriga
Dos irmãos...
Família grande
Pai autoritário
Coração duro
Mandacaru puro
Com tempo certo
Antes da janta
Agradecendo
Difícil vida
Murmurada
Em decorada
Oração..." |
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"Abstrato"
Poeta: Clodomir Monteiro
Site: Revista eletrônica
Conexão Maringá
Poema: "O pai a flecha a gosto"
"botão da
paternidade botânica
sinal do desenho certeira flecha
durante a vida educa e dirige
pai quase sempre martim - pescador.
busca comida outonando amor
flecha de parto filho pai revive" (fragmento)
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"Minina Barreno"
Poetisa: Casti
Blog:
Teia de palavras
Poema: "Fio assimétrico"
"E ela resolveu
em dia comum colocar mais tempero na panela... Mexeu nos frascos
procurando cheiro forte, cores vivas e uma inquietante receita começou a
borbulhar no caldeirão... Algumas vezes era preciso tirar o avental,
troca-lo por pérolas e saltos... A futilidade em medida proporcional ao
cotidiano era essencial para não deixar o cheiro da cebola provocar
lágrimas além das necessidades..."
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"Lavadeira"
Poetisa: Casti
Blog:
Teia de palavras
Poema: "Fio assimétrico"
"Tanta roupa
Olha o sabão
Orçamento
Pouco tostão...
Esfrega
O futuro
Cheiroso
Preocupado
Em bolhas
De sabão."
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"Serpentes voadoras"
Poetisa: Maria Ostra
Blog: Maria vai com as
Ostras
Publicado em 04 de Maio de 2007.
Poema: "A cobra"
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"Boteco"
Imagem publicada no Blog/Ezine:
Bar do
escritor, do poeta/editor:
Giovani Iemini |

"Forró"
Poetisa: Casti
blog:
Teia de palavras
Poema: "Fio
assimétrico"
"Dá um “cheiro”
“Arretado”
Faz uma rima
Com sorte
Arreganha
Um sorriso
Luz do archote
Lasca um beijo
No cangote
Pesa o passeio
Da mão
No corpo
Antes redoma
Agora resolve...
Toma
Doma
Do sul
Ao norte..."
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"Ícaro"
2007, maio 12 -
Foi exibida no blog
Cantares de amigo, ilustrando o poema "Ícaro", da poetisa Al Berto
(avelaneiraflorida)
"Aprendeu a
separar o nocturno zinabre
do transumante desejo e poro a poro o dia
larga sobre a pele os perfumes da terra
e o tempo cobre-se de cardos em cinza
tem o olhar escondido na inquietação da luz
guarda no peito o sossego dormente das pedras
um ombro de sombra dá-lhe frescor à boca
mas se ao morrer o abrissem ao meio
nada encontrariam
nem vísceras nem ossos nem sangue
apenas poalha de água
e a dor da infindável travessia"
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"Lavadeira"
2007, setembro 05 - Ilustrou poema de Fernando
Pessoa no
blog da editora e poetisa Rosângela Aliberti. Fragmento:
"A lavadeira no tanque
Bate roupa em pedra bem.
Canta porque canta e é triste
Porque canta porque existe;
Por isso é alegre também." |
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