Pintura digital e esculturas de João Werner

home   pinturas   esculturas   mais recentes   vendas   exposições   mailing   email   Galeria Alborgues

Vendas de pinturas

 Atendimento

Ambientare Decorações

(43) 3344-2207

 

Exposições recentes

Feios, sujos e malvados, setembro 2008, fotos

6ª Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea, Firenze, Itália, dezembro 2007, fotos

Cinzas, fotos

Pintura digital, fotos

 

Home

Pinturas

Esculturas

Últimas imagens

Sobre o artista

Fotos do atelier

Mailing List

Email

Mapa do site

 

site publicado desde 22/09/2003

Ilustrações para 36 poesias na WEB

Fico honrado que pessoas muito talentosas tenham escolhido obras minhas para ilustrar sua expressão artística na WEB.

 

"Moça dormindo"

 

Ilustrou a capa do livro "Fronteiras, Poemas", de Cida Sepulveda. Campinas (SP), Editora Pontes, 2008. 74 pp.

"Poeta meditando"

2008, março - Foi exibida na Revista Eletrônica Conexão Maringá, ilustrando poema "Recusa poética", do poeta: Ricardo Mainieri.

 

"A poesia foi recusada

quando buscava emprego.

Simplesmente queria mostrar-se

aos olhos sensíveis

sem remuneração nem aplausos." (fragmento)

2008, setembro 03 - Foi exibida no blog "Transversal do tempo", da poetisa Renata Maria, ilustrando o poema "Ficção":
 

"Tentei ser triste num país sem nome.
Voltei de lá sem saber o que é saudade.
Fui para minha terra onde sorri é invenção.
E o poeta de lá sou eu sim, senhor."

"Beira do rio"

 

2008, setembro 04 - Foi exibida no blog HF diante do espelho, ilustrando o poema "Cascata", da poetisa Hercília Fernandes.

 

Há um travo na garganta

e um travão nos olhos.

 

Um metro de lâmina

e uma granula de ópio.

 

Há uma palavra não-dita

e um silêncio gritante.

 

Uma ponte escondida

e um chinelo azul verdejante.

 

Há uma roda viva

e um mar morto

 

Uma verdade esculpida

e um cavalo solto.

 

Há coisas para serem ditas

umas - outras – melhoradas...

 

Uma lágrima fingida

um riacho cheio d'alma:

 

sebo

nervo

alheio

 

em cascata.

"Abanando café"

 

Poeta: Antônio Manoel Abreu Sardenberg

Site: Sardenberg Poesias

 

Poema: "Semeador"

 

"Semeie, semeador!

Lance no sulco a semente,

Deixe que a chuva e o calor

Façam ela germinar,

Dar fruto e alimentar

A mesa de muita gente.

Semeie, semeador,

Com suas mãos calejadas,

O grão do trigo, a mostarda,

Soja, arroz e feijão.

Semeie, assim, a esperança

De transformar o Brasil

Na mais sólida nação...

Semeie, semeador,

Jogando a cana na cova,

Pois com isso fica a prova

Que você adoça a vida

Fazendo-a menos sofrida

E muito mais saborosa...

Semeie, semeador,

Milho, algodão e café,

Semeie com muita fé

Mostrando pro mundo inteiro

Que você é o celeiro

Que mantém a vida acesa

Dando pão ao mundo inteiro!"

"Parada de ônibus"

 

2008, julho 17 - Foi exibida no blog Achamarte, da poetisa e editora Clevane Pessoa de Araújo, ilustrando o poema "Parada de ônibus":

 

"A idade se repete nas filas
dos ônibus.
A ansiedade, a agonia, o medo do atraso,
a vontade de chegar em casa,
a necessidade de fugir,
o passeio esperado,
o desejo de abraçar os bem-amados,
tudo é somado, pedaços de conversa,
celulares e retalhos de assuntos,
expostos quais frutas em banca de feira.
nenhum pudor em xingar, reclamar, se desculpar:
cada um tem sua musiquinha, uns jogam ,
outras consultam recados...
E o tempo urge, ruge,, a turma/turba reage,
um coletivo passou sem parar.
"É porque não pago mais passagem", treme o idoso ao desabafar.
Alguém tem cólicas, uma das mulheres se encolhe ,
cai ao chão e começa a dar à luz.
Um trombadinha aproveita a confusão
e bate a carteira de alguém.
Fulaninho nasce ali mesmo:
um dia ele também estará numa fila, esperando ônibus.
Na parada em movimento.
O dia quer dormir, a noite começa a esperar também...
E com ela, os trabalhadors da noite, os boêmios e os insones
a esperar outros ônibus..."

"Burquinha"

 

2008, julho 17 - Foi exibida no blog Achamarte, da poetisa e editora Clevane Pessoa de Araújo, ilustrando o poema "Burquinha":
 

"Bom o tempo-que-rola
nas bolinhas-de mundo-miniatura.
Cada bola-de-gude parece uma planeta,
uma beleza de olhar.
Longe uma voz chama:
-"Menino, venha já para casa"...
O susto aponta o tempo-que passou
num instante, como-é-que-pode?
Meninos debandam.
Uns, transidos de medo, sabem que vão apanhar.
Mas amanhã...ah, o mundo encantado
recomeça..."

"Ninfas dançando"

 

2008, julho 22 - Exibida no blog Tatuagem, da poeta Carmen Fossari, onde ilustrou a poesia "Ilha feminina". Fragmento:

 

"O mundo feminino

Abre-se de úteros

Como as folhas em pétalas

Que amanhecem

Jardins, mundos, infâncias, flores

O universo adulto do corpo amoroso

Comportando outro corpo

Da luz lasciva de todos os tatos

Os sentidos, a intuição

O homem barro macerado

Que habita seu mundo

De dança e música"

"Salto"

 

2008, julho 09 - A pintura digital "Salto" ilustrou o blog ULTIMAGOTAD, texto da artista radassi. Fragmento:

 

"Ausencia ou presença?

E o tempo?

RESPONDE?"

"Casal III"

 

Imagem publicada na Revista Eletrônica Conexão Maringá, ilustrando o poema "Modo de amar" da poetisa Astrid Cabral. Edição de 01 de junho de 2008. Trecho do poema:

 

"[...] Amor como açudes sangrando

ou caudais e tempestades

despencando dilúvios.

E não me falem de ruínas

nem de cinzas, nem de lama. [...]"

"Moça nua"

 

Imagem publicada na Revista Eletrônica Conexão Maringá, ilustrando o poema "Redentoras", do poeta Erorci Santana. Edição de 01 de junho de 2008. Trecho do poema:

 

"[...] As que não são vilãs, nem heroínas,

nem escravas, nem rainhas, nem fundamentais;

algo mais que a sina feminina

ou a maioridade que a elas se negou.

Não se diga “é bela esta mulher”

porém bonita sua própria condição. [...]"

"Sátiros e ninfas"

 

Poeta: Laurene Veras

Poema: "Epitáfio para um sátiro"

Blog: Pirulin lulin lulin

Postado em 31 de março de 2008

 

Poema:

 

"Lá quando em mim perder a humanidade

Mais um daqueles, que não fazem falta,

Verbi-gratia — o teólogo, o peralta,

Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade:

 

Não quero funeral comunidade,

Que engrole "sub-venites" em voz alta;

Pingados gatarrões, gente de malta,

Eu também vos dispenso a caridade:

 

Mas quando ferrugenta enxada idosa

Sepulcro me cavar em ermo outeiro,

Lavre-me este epitáfio mão piedosa:

 

"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;

Passou vida folgada, e milagrosa;

Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro".

"Mulheres no varal"

 

Poetisa: Anabel Andrés

Poema: "Vozes bugras"

blog: Livro de cabeceira

 

Poema:

 

"São vozes de resistência

Vozes que trazem a reverberação de antigas vozes

Indígenas, africanas, ibéricas:

Vozes raízes

Vozes escravizadas, fugidas, rebeladas, indomadas,

por mais abusadas que tenham sido

Vozes mestiças: caboclas, cafuzas, mamelucas, mulatas

Vozes camponesas, urbanas, suburbanas

Que continuam a ecoar

em cada mulher deste Brasil

São vozes geradas no ventre da Grande Mãe

Vozes de guerreiras

Que nunca deixam de sonhar

E de celebrar a vida

Vozes que o tempo não há de calar

Há de festejar"

"Forró"

 

2008, fevereiro 27 - Foi exibido no site Recanto das letras, ilustrando o poema "Forró na fazenda", da poetisa Sônia Maria Cidreira de Farias. Fragmento:

 

"O forró lá na fazenda

vai até as altas horas

Invadindo a moenda

Sacudindo as senhoras!

 

Até o galo vem dançar

co'a galinha carijó

Esta a cacarejar...

dá um nó em seu gogó!

 

A égua e o cavalo

gostam de se esfregar

E no meio do embalo

já começam a namorar!

 

....

 

Se você quer ser feliz

seja simples por favor

Ouve a vida que lhe diz...

"Só cultive o amor"!"

 

2008, agosto 31 - Foram exibidos o poema e a pintura no blog Enfim! É o que tem pra hoje, do filósofo e editor Paulo Braccini,

"Boteco"

 

Poeta: Lipe Du

Blog: Poesia vã

Postado em: 07 de janeiro de 2008

 

"O abrigar de uma nuvem...

Céu ensolarado e mais um dia de curtição.

Sem um sundown

Pedimos sombra, pelo amor de deus!

e tentamos tapar-lhe

Sol!

Sugerimos isso e aquilo outro

Bate-boca amigável

Conta-se a novidade de ontem

O noticiado que apenas um viu e se

encarregou de passar...

Antenas!

A louca foi presa,

O ministro fez uma piada infeliz...

Queremos mais e mais,

Ali na esquina mais um copo

e mais música

e um boteco que acaba de abrir serve de refugio aos nossos anseios de fim de semana

Tanta expectativa pra dois únicos dias

Queria é mais"

"Amantes"

 

Poetisa: Maria Luiza D'Errico Nieto

Blog: Recando das letras

Publicado em: 15 de outubro de 2007

 

Poema: "Meu querer"

 

Meu querer...

é sonho de amores

toma forma de flores

veste-se de cores

banha-se de olores

desfruta-se em delícias

na troca de carícias

da ovelha em balidos

á espera do lobo

para soltar mais gemidos.

"Abstrato"

 

Poeta: Carmen Fossari

Blog: Tatuagem

Postado em 04 de janeiro de 2008

 

Poema: "Vento", reproduzido aqui apenas um fragmento:

 

V

Ventania na litania

Impalpável das membranas

Úteras que te constroem desde sempre

Argamassa de pesadas dores

Umbilical cordão da humanidade

Que aterra teu invólucro e te faz

Presa de ti mesmo

Desde o lado que mastigas

As migalhas da escuridão de outras pessoas

O olho que vislumbra da ampla claridade

A centelha oclusa em breu

Ao canto alojada sendo de outro ser

A tua mesma cicatriz de escuridão

Tento eu tentáculos atravessar

A cortina férrea, onde fincas teu estar.

Talvez eu mesma em crendo a claridade

Por tentar transpor esta barreira

Seja da instransponível mediação

A luz oclusa aterrada ao que passou. [...]

"Sinuca"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

Publicado em 05 de fevereiro de 2008

 

Poesia:

 

"O jogo na mesa

Um taco

Noite inteira

Conduzindo aspirações

Para a caçapa

Vontade numa tacada

Certeira

Matreira

Firmar a ponteira

Desce uma talagada

Da pinga de primeira

Ponto final..."

"Esperando clientes III"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

Publicado em 19 de janeiro de 2008

 

Poesia:

 

"Os carros passam lentamente, observando a mercadoria, avaliando e alimentando o desejo... Coxas, seios, bocas à mostra, oferta do “móvel” que tem para todos os gostos taras e fetiches. Negociações e acordos, ela quer o dinheiro, ele quer o resgate do desejo que por algum tempo foi sepultado..."

"Moça"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

6 de novembro de 2007

 

Poema:

 

"Vivia assim... Sacudida pelo despertar do relógio, no trem lotado e também pelas dificuldades que existiam depois da porta. Era impiedosamente sacudida, pelo homem que com ela sobrevivia... Sacudia no Samba de Fevereiro, sacudia a roupa para secar no varal. Finalmente, não mais agüentando tanta sacudidela, num dia comum de semana, sacudiu da janela do último andar onde trabalhava, espatifando-se no chão num embate final."

"Favela"

 

Poetisa: Casti

Blog: Blogue das artes

Em: 6 de novembro de 2007

 

Poema:

 

"O abrigo desordenado

Improvisado

Favela

Menino descalçado

Duro percalço

Driblando a vida

A bola

Rolando na viela

A realidade revela

Bala zunindo

Indiscriminada

Pra muito homem

Pouca vela..."

"Amantes"

 

Poetisa: Maria Luiza DErrico Nieto

Blog: Recanto das letras

Republicada no blog: Literatura: amor e erotismo, de Karina Calado

 

Poema: "Somos únicos"

 

"Nesta emoção pujante

um sonho se faz real

Na cumplicidade dos amantes

em abraço sensual...

 

Corações pulsando amor

dois em unicidade

Vidas em sintonia

agora e na eternidade...

 

Somos assim... únicos

corpos e almas reticentes

Existências devotadas

a este amor ardente..."

"Amantes"

 

Poeta: Américo Teixeira Moreira

Revista Eletrônica Conexão Maringá

Edição de Fevereiro de 2008

 

Poema: "O Corpo Restituído"

 

"Vacilante e mordente cais dissipada como

se fosses um estalido,

um sopro adormecido pela minha baba

opiária. Então amorosamente beijo

o teu sexo desvairado na simbologia

da passagem do sagrado para o profano

de uma identidade, de um novo caminho."

(fragmento)

"Moça dormindo"

 

Poeta: Benílson Toniolo

Site: revista eletrônica Conexão Maringá

 

Poema: "Esposa"

 

"Meu olho cravado na treva do teu gozo

Sobre as pernas te sustento madrugada afora

Um alfabeto inteiro pra traduzir-te um sussurro

Que exala da ressecada saliva

Desenha o balé das ondas com teu dorso descoberto

E as estrelas dos teus centros se dilatam

Cegamente vagueiam e arfam os poros

Um sol imenso escancara o riso fácil que buscavas

 

Repousa então o caule inerte do teu corpo

Sobre a tênue luz da minha pele libertada"

"Janta"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

 

Poema: "Fio assimétrico"

 

"Prato fundo

Janta minguada

Temperada em silêncio

Vela chorada

No breu da solidão

Lida infinda

Onde o diabo

Não perdeu as botas

Onde a fome se aloja

Na barriga

Dos irmãos...

Família grande

Pai autoritário

Coração duro

Mandacaru puro

Com tempo certo

Antes da janta

Agradecendo

Difícil vida

Murmurada

Em decorada

Oração..."

"Abstrato"

 

Poeta: Clodomir Monteiro

Site: Revista eletrônica Conexão Maringá

 

Poema: "O pai a flecha a gosto"

 

"botão da paternidade botânica

sinal do desenho certeira flecha

durante a vida educa e dirige

pai quase sempre martim - pescador.

busca comida outonando amor

flecha de parto filho pai revive" (fragmento)

"Minina Barreno"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

 

Poema: "Fio assimétrico"

 

"E ela resolveu em dia comum colocar mais tempero na panela... Mexeu nos frascos procurando cheiro forte, cores vivas e uma inquietante receita começou a borbulhar no caldeirão... Algumas vezes era preciso tirar o avental, troca-lo por pérolas e saltos... A futilidade em medida proporcional ao cotidiano era essencial para não deixar o cheiro da cebola provocar lágrimas além das necessidades..."

"Lavadeira"

 

Poetisa: Casti

Blog: Teia de palavras

 

Poema: "Fio assimétrico"

 

"Tanta roupa

Olha o sabão

Orçamento

Pouco tostão...

Esfrega

O futuro

Cheiroso

Preocupado

Em bolhas

De sabão."

"Serpentes voadoras"

 

Poetisa: Maria Ostra

Blog: Maria vai com as Ostras

Publicado em 04 de Maio de 2007.

 

Poema: "A cobra"

 

"despe

a

pele

a

pouco

e

pouco

barulho

:p"

"Boteco"

 

Imagem publicada no Blog/Ezine: Bar do escritor, do poeta/editor: Giovani Iemini

"Forró"

 

Poetisa: Casti

blog: Teia de palavras

 

Poema: "Fio assimétrico"

 

"Dá um “cheiro”

“Arretado”

Faz uma rima

Com sorte

Arreganha

Um sorriso

Luz do archote

Lasca um beijo

No cangote

Pesa o passeio

Da mão

No corpo

Antes redoma

Agora resolve...

Toma

Doma

Do sul

Ao norte..."

"Ícaro"

 

2007, maio 12 - Foi exibida no blog Cantares de amigo, ilustrando o poema "Ícaro", da poetisa Al Berto (avelaneiraflorida)

 

"Aprendeu a separar o nocturno zinabre

do transumante desejo e poro a poro o dia

larga sobre a pele os perfumes da terra

e o tempo cobre-se de cardos em cinza

 

tem o olhar escondido na inquietação da luz

guarda no peito o sossego dormente das pedras

um ombro de sombra dá-lhe frescor à boca

 

mas se ao morrer o abrissem ao meio

nada encontrariam

nem vísceras nem ossos nem sangue

apenas poalha de água

e a dor da infindável travessia"

"Lavadeira"

 

2007, setembro 05 - Ilustrou poema de Fernando Pessoa no blog da editora e poetisa Rosângela Aliberti. Fragmento:

 

"A lavadeira no tanque

Bate roupa em pedra bem.

Canta porque canta e é triste

Porque canta porque existe;

Por isso é alegre também."

 
Home Pinturas Esculturas Decorativos Vendas Mailing List Email Galeria Alborgues
Pesquisa personalizada

Segurança das gravuras digitais e pinturas.  A qualidade das reproduções expostas neste site é muito inferior à qualidade das mesmas imagens impressas.

O uso das imagens de baixa resolução, expostas neste site, é gratuito. Basta, apenas, citar a minha autoria.

----------------------

"Em nosso país, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade,

porquanto o que quer que seja pode ser dito por quem quer que seja.", Ministro do STF, S.Ex. Carlos Ayres Britto