"Homem na sarjeta"

Pintura digital representando uma figura deitada ao chão. Ao seu lado, uma sarjeta e os pés de outra pessoa

Pintura digital vetorial Flash
07 de setembro de 2007
código da gravura 100-07
Giclée sobre papel Arches Aquarelle Rag, (100% algodão)
Edição limitada a 20 prints.
Tamanho da impressão: 59 x 81,1 cm.
Datado, assinado, numerado e chancelado.
Acompanha Certificado de Autenticidade.
Preço por print R$ 1.305,00.
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Fortuna crítica e poética desta pintura

Estes são alguns registros dos sites, livros ou exposições onde esta obra de arte foi exibida.
Considerando a fluidez da internet e a dificuldade na coleta destes registros, pode-se supor que seu número seja maior do que o apresentado aqui.

Participação em exposições de arte

"Bad Love", banner da exposição

2012, julho 31 - Esta pintura participou da exposição individual "Bad Love", com 24 pinturas digitais sobre vícios e indulgências. Londrina, PR.

Publicada em blogs e sites de internet

2013, setembro 12 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Poesia divina, ilustrando a poesia "Já fui uma sarjeta".

Já fui uma sarjeta...

Me virei pelo avesso e desfiz em mil pedaços.
Por um tempo quis sair do espaço
E Ir a qualquer lugar,
Aonde o real fosse o meu imaginário.

Tentei entender o mundo e o sentido da vida;
Devaneios vis, vãs filosofias.
Sem respostas,
Confundi minhas ideias e perdi meus ideais.

Minha própria ideologia me fez frio, insensível, inseguro...

Sob os escombros da maldade,
Sem ter noção da minha precariedade
Por um Nome eu sussurrei
Chorei... Clamei: JESUS!

Aquela amargura profunda
Só não era maior que o meu desejo de redenção
Implorei pelo Teu perdão.

Senti pulsar uma alegria;
A minha enorme apatia
Deu lugar à sinfonia, esplendorosa e linda.

Sorrisos, músicas e poesias.
Deus me deu aquilo que eu jamais imaginaria:
Maravilhosa família, uma bela mulher, diversos amigos.
E o dom de transmitir o melhor que há em mim.

Blog "Papo de sarjeta"

2012, outubro 20 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Papo de sarjeta, ilustrando a poesia "Pela sarjeta".

Larga vala
Espelha
(sem dó)
A esfinge do será prova
Macula sombras
(bestas disfarçadas)
Dissolve o tempo
Em débeis sementes
Desprende
A alma da esfera
E recria
Discursos vogais

Velhas palavras
Dúbios sentidos
De olhares inchados
De corpos retidos
E falas infamadas

Ao revés
Do meio fio
Uma sombra convence
O amanhecer
Pàstumas lembranças
Relíquias escondidas
Embarcam nas bocas-de-lobo
Despedaçam
desaparecem
Ficam os olhares
Perseguindo vazios
Na mente das serpentes
(piscam rubis)

Larga vala
Pensão da escória
Luxúria da derme
Que acolhe e recolhe
Podres vômitos sociais.

Blog do CDOB

2012, maio 28 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blo CdoB, ilustrando a poesia "teor da noite".

vai, mapeia valas
de andar trôpego e roto
lustra com sola e esmero os vincos da tenra sarjeta
em fuga eterna do fausto
de tão orgulhosos sabujos

abriga no colo a angústia de mil gerações que não sonham
entorna o torpor das estrelas
e sente o enjôo das grandiosas frustrações

desfruta da vida, da morte
mortilento, embebido no sumo
das flores
do mal

embalsama o farrapo do corpo
na fuligem dos anos de vícios
dos vinhos, dos vasos
vazios, quebrados
comemora a memória perdida
que não há, de fato, o que lembrar-se
não há

a carne engolida sem saliva, sem gosto, sem nome
ignora o próprio grunhido
e nem mastigar, mastiga

desperta e desgruda os lábios
estiados de um súbito coma
ausculta um quiroprático, um alquimista
um metafísico
procura o sentido da vida escondido na meia furada

responde por escrito os alardes da mãe
joga tudo na cara do pai
a culpa é do pai, do filho e do espírito corrupto

não há maneiras
senta-se de costas para os meios fios
pede uma da melhor e uma da pior
que os olhos tais quais folhas secas
despedaçam

surgem quiroprático, metafísico, alquimista
e descem enfileirados num gargarejo
que não há nada que fazer-se
não há

não se foge da fuga
não se foge da fuga
não se foge
pois quem fica, também já foi

Blog "TooYoungToDie"

2011, outubro 13 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog TooYoungToDie, ilustrando a poesia "Sargeta".

"Você não pode sentir o que não pode tocar.
Ou pode tocar aquilo que não sentirá?
Como pode, saber o gosto amargo do que nunca tocou sua boca?
Atravessar a ponte inexistente.
Cobrar o que ninguém tem.
Sentir o aroma dos perfumes que não foram fabricados.
Isso é o que te mata por dentro, mesmo sem existir sequer 1 lâmina a te cortar.
Os amigos se foram, mesmo sem um motivo material.
Tudo o que diziam é que ele fora uma besta carnal.
E a sequela ficou, a cicatriz não fechou.
Aonde está o câncer que não te matou?
Aonde está você agora? Só dentro de ti ele te achou.
E de que importa, se nada te apavora?
O tanto que quis, e nada conseguiu.
às a prova viva de que a ruína só chega, aqueles que tem bom coração.
A sarjeta, é claro, será pra sempre o seu novo habitat."

2011, agosto 08 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Vermelho em negro, ilustrando a poesia "isso q' É ]ou tem[ fastio...".

As F'alTo
AR
RA-lo
ELO
b'oca fr'ia
...fome morta
sarjeta!
so-
c
o
r
r
o
jamais...
não haveria
não haverá
não há verão
isso q' É
]ou tem[ fastio

Blog "Orgasm"

2011, julho 28 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog O r g a s m, ilustrando o post "Fantasma de carne, sangue e álcool".

Blog Sutil Desvario

2011, junho 17 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Sutil desvario ilustrando a poesia "Ébrio".

O sol queima como se fosse sumir.
Quem sabe apagar como um cigarro que chega ao fim.
O dia nunca fora tão estranho à minha alma.
Como minha própria alma à mim.
Sob a calçada suja me recolho.
Ébrio... Não recordo quem sou.
Ébrio é que vejo... A vida é triste.
Pensei que fora livre!
Repouso a cabeça sob uma pedra qualquer.
Uma como minha vida fora!
Uma como os desejos que esqueci.
E aqueles amores que jamais vivi.
Me arrependo e choro as lágrimas que ninguém vê.
Sozinho... Como a pedra que encontrei aqui.

Blog "Poeta de rua"

2011, maio 23 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibido no blog Poeta de rua, ilustrando a poesia "Sobre a paixão".

"A paixão é como a embriaguez.
Alguns tanto a ela se entregam,
que acabam por acordar na sarjeta.
Ainda assim,
quem dera acordàssemos
todos os dias nessa condição...
"

Blog Diário de um deprimido

2011, março 23 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Diário de um deprimido, ilustrando a poesia "Eu quero".

Ficar bêbada..dormir na
calçada...esquecer que o mundo
existe... não ter responsabilidade sobre
nada, nem ninguém...

Não ouvir minhas próprias palavras, que de nada adiantam diante de ouvidos cegos.

Quero acordar ao meio dia...
Dormir a meia noite...
E não ver o tempo passar!

Não assistir ao reporter...
Não lavar a louça...
E não saber o que é que há!

Quero que o mundo se exploda...
Pra que no dia seguinte não seja obrigada
a me levantar...

Quero cometer matricídio...
"Filhocídio"...
Suicídio...
Lavar a alma...
E descansar!

Quero o sabor da vingança...
Do arrependimento...
E do recomeçar!

Quero minha alma afogar...
Meus desejos saciar...
E voltar a poder me doar!

Blog "A mansão de miss Katrina"

2011, março 09 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog A mansão de miss Katrina, ilustrando a poesia "O pagamento", de Katrina de Salem.

"Nada tenho! Brada o tolo
Remexendo-se na lama
Toda vida desgraçou
Com vícios e parvoíce

Fez os queridos chorarem
Fez dos excessos a lei
Nas noites tornou-se luxúria
Nos dias era avareza

Mas sábio é o tempo!
Que lhe tomou a beleza
Deu-lhe em troca a velhice
E um bom punhado de dores

O viril grosseiro e prepotente
Amanhã é um cão na sarjeta
Gritando: Nada tenho na vida!
Como o mais infeliz miserável

Todavia vem a morte lhe tocar
'Te enganas meu caro amigo
Ainda tens o trançado de tripas
Que te dão a imerecida vida'

As lágrimas que caem hoje
são por descuido e vulgaridade
Feliz aquele que do mundo se guarda
Pra dele não partilhar essa paga."

Blog "Pre-Textos"

2011, fevereiro 06 - Minha gravura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog "preTEXTOS!", ilustrando o ensaio "Erat sanguine qui fluebat", de autoria de Gilson Alves

Blog pedepoesia

2011, janeiro 21 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog pedepoesia, ilustrando a post "Conto o início pelo fim".

Blog "Favella Diodatti"

2011, janeiro 16 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Favela Diodatti, ilustrando a poesia "Conformidade", de Rimbaud.

Estou tão feliz
Por Navegar neste monte de merda!
Muito obrigado
Pela saborosa catarrada
Qu'escorre pela minha face.

Sua bota acerta meu fígado
Mas eu tenho forças para cantar:
A vida é bela
Não há do que reclamar.

Um momento senhor explorador!
Deixe-me limpar o suor da tua tez
Pronto! Continue a nos fustigar!
Isso! Agora vê e violente minha mulher...

Depois de tudo isso
Deixe qu'eu explodo os miolos mortos
De minha vazia cabeça.

Blog "Evangelho de Jesus Cristo"

2010, julho 25 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibido no blog Evangelho de Jesus Cristo, ilustrando o post "Jesus pode levantar o caído".

Blog "S  pensando"

2010, março 14 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Só pensando..., ilustrando o post "Por que é te amo!".

Blog "Overmundo"

2008, setembro 17 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Overmundo, ilustrando a poesia "Pela sarjeta", de Fátima Venutti. Republicado em 2008, agosto 14 no blog "último beijo".

"Larga vala
Espelha
(sem dó)
A esfinge do ser

À prova
Macula sombras
(bestas disfarçadas)
Dissolve o tempo
Em débeis sementes
Desprende
A alma da esfera
E recria
Discursos vogais

Velhas palavras
Dúbios sentidos
De olhares inchados
De corpos retidos
E falas infamadas

Ao revés
Do meio fio
Uma sombra convence
O amanhecer
Pàstumas lembranças
Relíquias escondidas
Embarcam nas bocas-de-lobo
Despedaçam
desaparecem
Ficam os olhares
Perseguindo vazios
Na mente das serpentes
(piscam rubis)

Larga vala
Pensão da escória
Luxúria da derme
Que acolhe e recolhe
Podres vômitos sociais.
"

Blog Último beijo

2008, agosto 14 - Minha pintura digital "Homem na sarjeta" foi exibida no blog Último beijo, ilustrando a poesia "Pela sarjeta".

Larga vala
Espelha
(sem dó)
A esfinge do ser

À prova
Macula sombras
(bestas disfarçadas)
Dissolve o tempo
Em débeis sementes
Desprende
A alma da esfera
E recria
Discursos vogais

Velhas palavras
Dúbios sentidos
De olhares inchados
De corpos retidos
E falas infamadas

Ao revés
Do meio fio
Uma sombra convence
O amanhecer
Póstumas lembranças
Relíquias escondidas
Embarcam nas bocas-de-lobo
Despedaçam
desaparecem
Ficam os olhares
Perseguindo vazios
Na mente das serpentes
(piscam rubis)

Larga vala
Pensão da escória
Luxúria da derme
Que acolhe e recolhe
Podres vômitos sociais.

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